Logística hospitalar e a importância do transporte de órgãos e amostras biológicas.

O que é Logística Hospitalar?

Logística hospitalar é um conjunto de processos estratégicos composto por assegurar o planejamento, aquisição, armazenamento, distribuição e descarte de materiais, medicamentos e equipamentos em instituições de saúde. Tem como finalidade básica garantir que os insumos adequados sejam entregues no lugar certo, no momento certo e com a qualidade certa, para a prestação segura e eficiente de cuidados em saúde aos pacientes.   

Principais Componentes da Logística Hospitalar:

Planejamento e Aquisição: Identificação das necessidades do hospital e negociação com fornecedores para garantir a qualidade e o custo-benefício dos produtos. 

Recebimento e Armazenamento: Processo de recebimento, conferência e armazenamento adequado dos materiais, com controle rigoroso de validade e condições de conservação.

Distribuição Interna: Transporte eficiente dos insumos para os diversos setores do hospital, como enfermarias, salas de cirurgia e farmácias. 

Gestão de Estoques: Monitoramento contínuo dos níveis de estoque para evitar faltas ou excessos, utilizando ferramentas tecnológicas para previsão de demanda e reposição automática.

Manutenção de Equipamentos: Garantia do funcionamento adequado dos equipamentos médicos por meio de manutenção preventiva e corretiva.

Gestão de Resíduos: Descarte adequado de resíduos hospitalares, conforme normas sanitárias e ambientais, para evitar riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

Coordenação de Serviços: Integração de serviços essenciais como lavanderia, alimentação, limpeza e esterilização, fundamentais para o bom funcionamento da instituição.  

Benefícios de uma Logística Hospitalar Eficiente:

Segurança do Paciente: Redução de erros na entrega de medicamentos e materiais, minimizando os riscos à saúde dos pacientes. 

Redução de Custos: Evita desperdícios e perdas por vencimento, contribuindo para a sustentabilidade financeira da instituição.  

Agilidade no Atendimento: Disponibilidade imediata dos recursos necessários, permitindo respostas rápidas a emergências e demandas diárias.  

Capacidade de Planejamento: Facilidade em responder a picos de demanda ou situações imprevistas, mantendo a qualidade do atendimento

Desafios na Logística Hospitalar

A logística hospitalar é um setor crucial para garantir a eficiência e a eficácia dos serviços de saúde. No entanto, esse segmento enfrenta diversos desafios que podem impactar diretamente a qualidade do atendimento ao paciente e a gestão dos recursos hospitalares. Neste trabalho, vamos explorar os principais desafios enfrentados pela logística hospitalar e discutir possíveis soluções para superá-los. 

Os desafios incluem atrasos, desperdícios, gargalos, escassez de materiais, falta de rastreabilidade, emergências, custos elevados, investimento em tecnologia, unitarização de medicamentos e erros de medicação. Para superar esses desafios, é possível implementar soluções como:

Sistemas de Informação e Tecnologia: Sistemas de gerenciamento de estoques, rastreabilidade e monitoramento de pacientes podem ajudar a melhorar a eficiência e a precisão da logística hospitalar.

Inteligência Artificial: Utilizar inteligência artificial para monitorar pacientes e prever demandas pode ajudar a reduzir erros e melhorar a qualidade do atendimento.

Sistema de Gestão: Implementar um sistema de gestão para controlar o fluxo de material e informação online pode ajudar a melhorar a eficiência e a eficácia da logística hospitalar.

Investimento em Infraestrutura: Investir em infraestrutura adequada pode ajudar a melhorar a capacidade de armazenamento e distribuição de materiais e medicamentos.

Regulamentação: Investir em regulamentação e conformidade pode ajudar a garantir a segurança e a qualidade dos serviços de saúde.

Segurança Cibernética: Investir em segurança cibernética pode ajudar a proteger os sistemas de informação e tecnologia contra ameaças cibernéticas.

Planejamento e Gerenciamento: Planejar e gerenciar a adoção de tecnologias de forma estratégica e integrada pode ajudar a garantir a eficiência e a eficácia da logística hospitalar.

Ao implementar essas soluções, é possível melhorar a eficiência, a eficácia e a qualidade da logística hospitalar, reduzindo erros e melhorando a segurança do paciente.

          

Transporte de órgãos 

A logística do transporte de órgãos é um processo crítico e complexo, que requer planejamento detalhado, coordenação entre múltiplas equipes e tecnologia avançada para garantir que os órgãos cheguem ao destino em condições ideais para transplante.

Abaixo estão os principais aspectos envolvidos:

Coleta e Preparação do Órgão

Primeiro é feita a identificação do doador, após a confirmação de morte encefálica ou em casos de doação em vida, os órgãos são avaliados quanto à viabilidade. Logo após é feita a remoção e preservação do órgão, que é retirado cirurgicamente e imediatamente preservado em soluções específicas (como UW - University of Wisconsin ou solução de Collins) e resfriado (geralmente entre 4°C). E por fim é feita a documentação, que contém todos os dados do doador.

Planejamento do Transporte

O transporte de órgãos tem prioridade máxima em aeroportos e rodovias.

A equipe de logística escolhe a rota mais rápida, considerando tráfego, condições climáticas e disponibilidade de voos.

Modais Utilizados

Aéreo (mais comum):Voos comerciais (com espaço reservado) ou voos charter (especialmente para corações e pulmões, que têm menor tempo de isquemia).

Terrestre: Ambulâncias ou veículos dedicados, quando a distância é curta (ex: dentro da mesma cidade ou estado).

Helicóptero: Em casos de emergência ou locais de difícil acesso.

Embalagem e Acondicionamento

Os órgãos são acondicionados em caixas térmicas com gelo ou soluções de preservação. Alguns sistemas incluem sensores de temperatura e GPS para rastreamento em tempo real.

Comunicação e Coordenação

No Brasil, a Central Nacional de Transplantes (CNT) e as centrais estaduais gerenciam a alocação de órgãos, envolvem médicos, enfermeiros, pilotos, despachantes e agentes de transporte.

Entrega e Implante

Na chegada ao Hospital Receptor o órgão é imediatamente levado para avaliação final antes do transplante e são feitos testes rápidos para a confirmação de compatibilidade e evitar rejeição. Assim, já podendo dar início à cirurgia.

A eficiência dessa logística salva milhares de vidas, dependendo de uma rede bem coordenada entre hospitais, governo e empresas de transporte.

Transporte de amostras biológicas

O transporte de amostras é de suma importância para vários processos na área da saúde com pesquisa e diagnósticos laboratoriais é um processo muito perigoso que envolve muitos riscos de contaminação por agentes infecciosos ou vazamento de amostras, por essa razão existem diversos processos que devem serem cumpridos com máxima atenção aos detalhes, antes mesmo do transporte ser iniciado é necessário ter toda a documentação necessária para que se respeito todos os processos necessários para realizar essa logística como a declaração de todo o conteúdo que será transportado além da ficha de transporte e os formulários do exames, para a realização de um transporte tão complexo como esse é necessário uma infraestrutura bem-organizadas tanto do remetente ou do receptor das amostras, antes do envio das amostras é necessário realizar a conferência pré-embarque para verificar se a temperatura está adequada e a embalagem está em perfeito estado e pronto para o envio, o trajeto deve ser feito de maneira rápida e segura, caso o entrega seja feita por uma transportadora ela precisa ter treinamento em biossegurança e ser certificada e com autorização legal para transportar esse tipo de item, caso seja uma viagem internacional é preciso pedir autorizações especiais entre as autoridades de ambos os países e passar por checagens de profissionais da área. 

Para garantir que toda essa estrutura de transporte seja feita com eficácia é necessário câmaras congeladas em até -80°C dependendo da amostra em questão, as amostras se mantem nesse temperatura até a data do transporte das amostrar e pelo menos 30 dias até depois da entrega delas, as amostras são colocadas em diversas camadas de proteção, a primeira camada sendo tubos ou canisters à prova de vazamento, depois este tubo é colocado em uma embalagem rígida e selada como potes ou caixas térmicas e por último uma embalagem caracterizada e etiquetada como risco biológico.

Por fim as amostras são conferidas ao chegar no destino sendo observado se durante o transporte o conteúdo não sofreu nenhum vazamento ou a embalagem foi danificada, caso esteja tudo dentro dos conformes as amostras são armazenadas.

Logística, transporte de órgãos e transporte de Amostras Biológicas na saúde pública 

A logística hospitalar e o transporte de órgãos e amostras biológicas no Sistema Único de Saúde (SUS) são processos fundamentais para garantir a eficiência e a qualidade dos serviços públicos de saúde no Brasil. Esses sistemas envolvem uma série de etapas interligadas, que vão desde o planejamento da aquisição e distribuição de insumos até a realização de procedimentos críticos, como o transplante de órgãos e a análise laboratorial de amostras.

No âmbito da logística hospitalar, o SUS busca assegurar o fornecimento contínuo de medicamentos, materiais médicos, equipamentos e outros recursos essenciais ao funcionamento das unidades de saúde. Isso exige uma gestão eficaz dos estoques, controle rigoroso de validade e conservação dos produtos, além da manutenção de equipamentos hospitalares. Apesar da importância, esse setor enfrenta desafios como burocracia, limitações orçamentárias e falhas na integração entre os sistemas de informação.

Já o transporte de órgãos é coordenado pelo Sistema Nacional de Transplantes, sob responsabilidade do Ministério da Saúde. Esse processo envolve a identificação do doador, autorização da família, acionamento das centrais de transplante e o transporte rápido e seguro do órgão até o receptor. Em muitos casos, são utilizados recursos das Forças Armadas e da Polícia Rodoviária para garantir que os órgãos cheguem dentro do tempo limite para viabilidade do transplante:

  • Centrais de Transplantes (Estaduais e Nacional).
  • Polícia Rodoviária, Forças Armadas e FAB (usadas para transporte aéreo urgente).
  • Hospitais notificadores e receptores.
  • Equipes médicas especializadas em captação e transplante.

Curiosidade: Corações, por exemplo, têm uma janela de até 4 horas para serem transplantados após a retirada.

Quanto ao transporte de amostras biológicas, o SUS segue protocolos rígidos de biossegurança, com uso de embalagens específicas, controle de temperatura e identificação adequada para evitar contaminações e garantir a integridade das análises laboratoriais. As amostras são enviadas a laboratórios de referência, como os LACENs, e seu transporte deve ser feito por profissionais treinados, conforme normas da Anvisa. 

Em suma, tanto a logística hospitalar quanto o transporte de órgãos e amostras são pilares estruturais da saúde pública. Seu bom funcionamento depende de planejamento estratégico, investimento em infraestrutura, capacitação de profissionais e integração entre os diversos níveis de gestão do SUS.

Eficiência de Transporte na Logística Hospitalar 

A logística hospitalar desempenha um papel essencial no funcionamento do sistema de saúde, especialmente em grandes centros urbanos. Gerenciar de forma eficiente o transporte de materiais biológicos, medicamentos e equipamentos médicos é fundamental para garantir um atendimento ágil e seguro.

Materiais biológicos, como amostras para exames, órgãos e vacinas, exigem condições específicas de transporte. Além disso, é fundamental garantir o controle de temperatura e a proteção contra contaminações para manter a integridade desses itens.

No setor hospitalar, cada minuto conta. Muitas entregas ocorrem sob urgência, especialmente em situações de emergência. Dessa forma, um sistema eficiente de roteirização e rastreamento se torna essencial para otimizar o tempo de transporte.

A implementação de tecnologia na logística hospitalar vem trazendo melhorias significativas. Empresas especializadas, como a Master Express, têm investido em inovação para garantir entregas mais ágeis, seguras e eficientes.

Por exemplo, a utilização de frotas especializadas e tecnologias avançadas de rastreamento tem sido um diferencial competitivo.

Plataformas como My Tracking desempenham um papel essencial na otimização das entregas. Com rastreamento em tempo real, é possível acompanhar cada envio e garantir que o transporte seja realizado com máxima segurança e eficiência.

A logística hospitalar também influencia diretamente a segurança dos pacientes. Com uma cadeia de abastecimento bem coordenada, é possível garantir que os medicamentos corretos estejam disponíveis no momento e na quantidade certa, reduzindo a chance de erros e melhorando a experiência de tratamento.

A gestão de transportes é o processo de planejar, executar e controlar o transporte de produtos de forma eficiente, segura e econômica. 

E, como podemos garantir uma logística hospitalar segura, em suas etapas:

  • Garantir que os profissionais de saúde tenham tudo o que precisam para atender aos pacientes;
  • Reduzir a chance de erros e melhorar a experiência de tratamento;
  • Minimizar a falta de suprimentos;
  • Aumentar o desempenho do hospital;
  • Reduzir custos e erros operacionais;

 

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REFERÊNCIAS

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA).Manual de transporte de material biológico humano. Brasília: Anvisa, 2008. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/sangue/transport e-de-material-biologico/manual-de-transporte-de-material-biologi co-humano.pdf/view  Acesso em: 17 abr. 2025.

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BERTOLINI ARMAZENAGEM. Quais os Principais Desafios de Intralogística e Logística Hospitalar no Setor de Saúde?. Disponível em: https://www.bertoliniarmazenagem.com.br/post/quais-os-princip ais-desafios-de-intralogistica-e-logistica-hospitalar-no-setor-de-sa ude%3F/194  Acesso em: 17 abr. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 66, de 21 de dezembro de 2009. Dispõe sobre o transporte de órgãos humanos para fins de transplante. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 dez. 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2009/rdc 0066_21_12_2009.html. Acesso em: 17 abr. 2025. 

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Disponível em: https://rbac.cia.emnuvens.com.br/revista/article/download/24/20 7/53 Acesso em 18 abr. 2025

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LIMA, E.; HEIS, R. Análise dos processos logísticos do transporte aéreo de órgãos no estado de Santa Catarina.

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TOTVS. Logística hospitalar: o que é, como funciona, desafios e mais. Acesso em: 16/04/2025. Disponível em:https://www.totvs.com/blog/gestao-logistica/logistica-hospitalar/

 

Logística Hospitalar: Desafios logísticos na gestão de medicamentos e insumos hospitalares

A importância do gerenciamento do prazo de validade de medicamentos

O controle de validade de medicamentos deve ser prioridade de todo hospital ou clínica. Isso porque, na área da saúde, a segurança dos pacientes é sempre a maior prioridade.

Dessa forma, garantir que os medicamentos utilizados estejam dentro do prazo de validade é fundamental para assegurar sua eficácia e segurança.
Por que Controlar a Validade dos Medicamentos?

O controle de validade de medicamentos é essencial primeiramente porque garante a eficácia dos tratamentos. Medicamentos vencidos podem perder sua potência terapêutica.

Além disso, substâncias químicas presentes em medicamentos podem sofrer alterações ao longo do tempo, tornando-se potencialmente prejudiciais à saúde.

Ao controlar a validade dos medicamentos, clínicas e hospitais evitam a administração de produtos inadequados, garantindo a segurança dos pacientes. É importante ressaltar que esse controle também se estende aos medicamentos fornecidos aos pacientes para uso em casa.

Riscos associados ao uso de medicamentos vencidos


O uso de medicamentos vencidos pode acarretar diversos riscos à saúde dos pacientes. A eficácia do tratamento é comprometida, uma vez que esses medicamentos podem ter perdido parte ou toda a sua capacidade de produzir o efeito desejado.

Medicamentos podem se decompor com o tempo, gerando substâncias tóxicas que causam alergias, intoxicações e outros efeitos adversos. Além disso, há risco de contaminação microbiológica. Por isso, é fundamental controlar rigorosamente a validade dos medicamentos para garantir a segurança dos pacientes.

Armazenagem adequada: Medicamentos termolábeis

A logística de transporte enfrenta variações para se adequar no transporte correto de produtos específicos. Medicamentos convencionais, que usamos no nosso cotidiano, não exigem transporte delicado, no entanto, medicamentos termolábeis necessitam de cuidados especiais na sua armazenagem e transporte.

Medicamentos termolábeis, por serem sensíveis a temperaturas acima de 8°C, devem ser transportados sob refrigeração constante. O vendedor deve garantir uma embalagem adequada e o transporte correto. Na entrega, o receptor deve verificar a temperatura com instrumentos calibrados. Se estiver fora da faixa de 2 a 8°C, o produto deve ser recusado.


Já no transporte em trânsito, as indústrias devem qualificar os transportadores e prestar orientação e assistência técnica para em caso de acidentes, juntamente com o responsável técnico da empresa contratada.

Sendo assim, medicamentos e vacinas precisam de controle frequente, desde a saída da indústria, até seu destino (posto de saúde, hospitais, farmácias etc.), onde os profissionais adequados farão a administração correta.

Tecnologias no Controle de Estoque e Rastreabilidade

A utilização da tecnologia na farmácia hospitalar é necessária para garantir a segurança do paciente nesta era atual. Contudo, diante da alta demanda pelo crescimento populacional é de interesse das intuições da saúde minimizar os riscos e promover um atendimento de qualidade investindo em sistemas informatizados.


Dos principais sistemas usados nesta área, um deles seria o tradicional código de barras que consiste em armazenar informações através do escaneamento de linhas paralelas verticais e espaços horizontais, e o RFID (Radio Frequency Identification) que funciona por meio de rádio frequência, aquele necessita de visão direta com o scanner, este não. Logo, ambas auxiliam na gestão de medicamentos ao longo do processo de prescrição, dispensação e administração.

Estratégias para Evitar Desperdício de Insumos e Medicamentos

Para evitar esses desperdícios, é fundamental adotar as seguintes estratégias:

Saber controlar o estoque: registrar as entradas e saídas, monitorar datas de validação e manter um inventário.

Automatizar processos: fazer utilização de sistemas que alertam sobre datas e que gerem requisições de acordo com a saída de medicamentos.


Manter instalações adequadas: deixar os locais de estocagem limpos, sem deixar pó ou contaminação.

Gerir a demanda: controlar os produtos para não ocorrer a falta e afetar a realização de atendimentos.

Listar os medicamentos menos e mais utilizados: fazer um levantamento dos medicamentos que são mais utiliza.


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REFERÊNCIAS:

RAVANELLO, Felipe. Como gerenciar o prazo de validade de medicamentos? 2023. Disponível em: https://www.gestaods.com.br/como-gerenciar-o-prazo-de-validade-de-medicamentos/. Acesso em: 14 abr. 2025.

VALFARMA (Fortaleza). Valfarma Distribuidora de Medicamentos e Material Médico Hospitalar. Qual a importância do controle de validade de medicamentos em clínicas e hospitais. Disponível em: https://comercialvalfarma.com.br/validade-de-medicamentos-a-importancia-do-controle/. Acesso em: 14 abr. 2025.

EDITORIAL, Equipe. Medicamentos termolábeis: transporte e armazenagem corretos. Transporte e armazenagem corretos. 2025. Disponível em: https://inframetro.com.br/medicamentos-termolabeis-transporte-e-armazenagem-corretos/. Acesso em: 14 abr. 2025.

MORSCH, Dr José Aldair. Medicamentos termolábeis: o que são, exemplos e como armazenar. o que são, exemplos e como armazenar. 2023. Disponível em: https://telemedicinamorsch.com.br/blog/medicamentos-termolabeis. Acesso em: 14 abr. 2025.

FEDERAL, Governo. Uso e Armazenamento de Medicamentos. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa/uso-e-armazenamento-de-medicamentos. Acesso em: 14 abr. 2025.

HOSPITALAR, Global. Estoque de medicamentos: 07 dicas para minimizar perdas e prejuízos. Disponível em: https://globalhospitalar.com.br/estoque-de-medicamentos-07-dicas-para-minimizar-perdas-e-prejuizos/#:~:text=7.,a%20melhorar%20a%20sua%20gest%C3%A3o. Acesso em: 15 abr. 2025.

AFYA. Como evitar o desperdício na saúde. Educação Médica. Disponível em: https://educacaomedica.afya.com.br/blog/como-evitar-o-desperdicio-na-saude#:~:text=Feedback%20dos%20pacientes,evitar%20o%20desperd%C3%ADcio%20na%20sa%C3%BAde. Acesso em: 15 abr. 2025.

MEDICALWAY. Gestão de insumos hospitalares. Disponível em: https://medicalway.com.br/blog/gestao-de-insumos-hospitalares-2/#:~:text=1%2D%20Gerencie%20a%20demanda,pode%20contribuir%20bastante%20nessa%20atividade. Acesso em: 15 abr. 2025.

UNIFESP, Repositório. Potencial do uso de sistema de código de barras na redução de erros de medicação no ambiente hospitalar. Disponível em: https://repositorio.unifesp.br/items/dd05bece-235e-4231-9844-f2f32f056356. Acesso em: 17 de abr. 2025.

GRUPOTPC. Tecnologia RFID: saiba o que é e como usar na logística. Disponível em: https://www.grupotpc.com/blog/tecnologia-rfid/. Acesso em: 17 de abr. 2025.

Logística Hospitalar: Fluxo De Materiais Hospitalares - Da Central De Suprimentos Ao Centro Cirúrgico

RECEBIMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES.

Para fazer um recebimento adequado dos materiais hospitalares é necessário estabelecer um padrão de conferência, organização e conformidade.

Assim que um produto chega ao hospital é necessário que a transportadora apresente a nota fiscal dos materiais que estão sendo transportados, para garantir que o destinatário final está no local correto. O responsável deve verificar se o transporte dos produtos foi realizado em condições regulares, assegurar que todos os itens entregues estão descritos na nota e que a quantidade está correta. Após isso, é feita a conferência das condições do material para checagem de embalagens apresentadas.

Depois de feita essa vistoria, a autorização de descarga dos produtos é feita, sendo sempre supervisionada e orientada para proteger a integridade e garantir a qualidade dos materiais que estão chegando. Em seguida, é feita a contagem dos volumes que foram descarregados e a verificação de validade dos produtos, que deve estar de acordo com o exigido na nota, e os materiais devem ser armazenados em um local apropriado.

Depois da conferência de todas as mercadorias e o preenchimento do checklist, a assinatura da nota fiscal é feita, afirmando que os produtos foram recebidos de maneira correta, sendo que uma nota fica com a transportadora e a outra com o destinatário. A entrada dos materiais no sistema é feita atualizando imediatamente a quantidade de produtos no estoque do hospital.

ALMOXARIFADO E ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES

O almoxarifado de um hospital tem a função de receber os materiais como medicamentos, luvas, utensílios cirúrgicos, equipamento geral e outros, recebendo esses equipamentos, que são adquiridos conforme a sua demanda aumenta. Além disso, ele tem o dever de armazená-los de forma correta.

Como cada material deve ser tratado:
Materiais de consumo: objetos como luvas, gazes e máscaras, devem ser separados por materiais como látex ou plástico, por lote e validade, corretamente etiquetado para fácil identificação e sempre em local limpo, seco, arejado, longe da luz solar e com boa iluminação.
Medicamentos: todos medicamentos devem ser armazenados com precisão exata para não haver nenhuma complicação como confusão de medicamentos e remédios fora da validade ou estragados. Eles devem ser guardados em locais com controle de temperatura, já que alguns necessitam de refrigeração, manter em um ambiente adequado e também, fora da luz solar, em local arejado e com segurança constante prevenindo furtos.
Materiais Permanentes: equipamentos permanentes são macas, cadeiras de rodas, suportes de soro e tudo aquilo que deve ser mantido para uso futuro. Eles também têm modos corretos de serem armazenados e devem ser mantidos em um local amplo, bem iluminado e separados em grupos para fácil acesso, além de serem higienizados antes e após o uso, com controle de inventário e vigilância para não haver perdas nem roubos.

Vale lembrar que todo material que possuir validade de algum tipo segue a regra PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair), que garante a integridade deles quando forem utilizados para salvar vidas. Com isso, a armazenagem correta é uma das partes mais importantes de um hospital, já que sem as devidas precauções é inviável confiar nos medicamentos e equipamentos, por conta disso, precisamos estar sempre prontos para cuidar bem do que nos faz bem.

ESTOQUE DE MATERIAIS HOSPITALARES.

Para garantir um atendimento de qualidade, é fundamental que a gestão dos estoques hospitalares seja eficiente. Alguns dos desafios enfrentados por hospitais são a falta de orçamento, a demanda variável e a grande diversidade de materiais.

A estocagem de uma unidade hospitalar pode representar entre 15% a 45% dos custos operacionais e, se não houver um gerenciamento adequado, podem ocorrer problemas como o desperdício e a falta de insumos, o que compromete o funcionamento e o atendimento aos pacientes.

Como visto anteriormente, alguns recursos possuem necessidades especiais para armazenamento e, sem o devido controle de pessoal capacitado e a organização correta, podem ocorrer erros graves que podem influenciar, por exemplo, na qualidade dos medicamentos. Além disso, com o gerenciamento adequado também é possível reduzir despesas com material desnecessário.

A tecnologia pode ser uma grande aliada da gestão de armazenamento como no caso de implementação de sistemas de gerenciamento. Segundo a pesquisa feita em 2009 pela aluna de doutorado da Escola de Enfermagem da USP, Maria Lúcia Habib Paschoal, o Centro Cirúrgico do Hospital Universitário da USP conseguiu reduzir em 26,22% o estoque de materiais, em 12,46% o custo dos materiais estocados e em 8,13% o consumo de 293 itens do centro cirúrgico. Isso foi possível após a adoção do sistema Just in Time, que visa manter estoques mínimos e repor os insumos de acordo com a demanda real, utilizando de códigos de barras para registrar o consumo no momento em que acontece.

Portanto, é essencial que as instituições de saúde tenham o investimento necessário em tecnologia e capacitação de seus funcionários para que haja a otimização do controle de estoque sem comprometer a disponibilidade de recursos e o atendimento à população.

FLUXO DE MATERIAIS HOSPITALARES: DA CENTRAL DE SUPRIMENTOS AO CENTRO CIRÚRGICO.

Para uma expedição eficiente de medicamentos e insumos os hospitais possuem ao menos uma farmácia, sendo ela responsável por identificar corretamente e fazer a distribuição para as diferentes áreas do hospital. A Logística hospitalar é importante pois “[...] quando bem-feito, ajuda a garantir que os pacientes recebam o melhor atendimento da maneira mais eficiente” (Totvz, 2024). Entre os fluxos de matérias existentes como de consultas, exames, cirurgias, medicação, tratamento, destacam-se a distribuição de medicamentos e materiais de uso cirúrgico.

Muitos hospitais contam com o sistema de correio pneumático, que é “um sistema responsável por transportar qualquer tipo de material entre diferentes áreas dos hospitais” (Engeclinic, 2021), através da pressão do ar e do vácuo emitido. Dessa forma pode-se transportar tanto medicamentos, quanto insumos cirúrgicos com mais segurança e velocidade controlada”.

Segundo a Engeclinic Serviços Ltda (empresa especialista em engenharia clínica no Brasil), o sistema de transporte pneumático tem seu funcionamento dividido em cinco etapas, onde:
O material a ser transportado é alocado em uma cápsula de transporte segura.
Esta cápsula é introduzida em uma estação de envio, na qual será informado para qual ala ou setor o material será enviado.
Sopradores fazem a propulsão de ar que impulsiona a cápsula por meio das tubulações até o seu destino.
Caso a rota seja entre andares ou setores diferentes, unidades de transferência fazem a mudança entre as linhas a serem percorridas.
A cápsula com o material transportado chega rapidamente à estação de destino, tudo controlado e rastreado via software, com segurança e comodidade.

Além do transporte pneumático, a distribuição de materiais e medicamentos pode ocorrer através do Centro de Material e Esterilização (CME) “responsável por garantir que todos os instrumentais cirúrgicos estejam limpos, estéreis e prontos para uso “(Business Medical, 2024).

Kits Cirúrgicos

O kit cirúrgico é uma junção de equipamentos, instrumentos e suprimentos usados em um uma cirurgia determinada. Seus equipamentos podem variar para atender qualquer tipo de operação, além disso os matérias precisam ser todos esterilizados e seguros para minimizar riscos de infecções.

Equipamentos que constituem todo kit cirúrgico padrão são Aventais, Campos cirúrgicos, Máscaras, Toucas, Protetores de mangueira, Protetores de alça, Toalhas descartáveis e Gorros de laço.


Problemas em caso de faltas de insumos

A ausência de insumos é um dos maiores desafios para a gestão de materiais dentro das instituições de saúde. As falhas no abastecimento de tais materiais desencadeiam impactos imediatos e graves, principalmente em centros cirúrgicos. Há alguns anos, em Uberlândia – MG, foi relatado que a falta de materiais básicos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) estava comprometendo os trabalhos de urgência, onde apenas pessoas com risco de morte passavam por procedimentos cirúrgicos. Foi reportado ainda que não havia reposição de estoque há 70 dias, causando a falta de materiais básicos como luvas, linhas de sutura, grampeador cirúrgico e até mesmo toucas para os profissionais entrarem na sala de operações (G1, 2015).

Como foi observado, a falta de materiais compromete o agendamento de procedimentos médicos, em que, muitas vezes, a ausência dos itens básicos leva ao adiamento ou até ao cancelamento de cirurgias, afetando diretamente os pacientes. Considera-se que a falta de planejamento, controle e monitoramento eficazes são os principais problemas na gestão de materiais da rede pública de saúde. Quando não há um planejamento, previsão de demanda e controle eficiente para contabilizar o uso mensal ou anual, os insumos costumam ser solicitados somente quando o estoque já está baixo, ocasionando desabastecimentos inesperados e comprometendo o atendimento ao paciente.

Além disso, a segurança dos pacientes é colocada em risco pela falta de modernização da gestão hospitalar. Processos desatualizados e sistemas obsoletos levam a erros na administração de medicamentos, na identificação de pacientes e na interpretação de exames, aumentando os riscos associados aos cuidados de saúde. Isso leva à interrupção do fluxo de trabalho, aumentando os tempos de espera e comprometendo a eficiência operacional. Para ajudar a resolver esses problemas, é necessário implementar algumas estratégias eficazes de gestão, como estabelecer processos claros de compras, armazenamento e distribuição, investir em sistemas de monitoramento, promover melhor capacitação dos profissionais, e melhorar a comunicação entre os setores, a fim de garantir a disponibilidade e a qualidade dos materiais. Desse modo, contribui-se significativamente para a eficiência operacional e a segurança dos pacientes.

POSTADO PELO GRUPO CANADÁ


 
REFERÊNCIAS:

BRASIL. THAIS FERREIRA. Recebimento de Medicamentos, Materiais Hospitalares e Correlatos. 2016. Thais Ferreira. Disponível em: https://ints.org.br/wp-content/uploads/2021/05/PO.FAR_.001-02-Recebimento-de-Medicamentos-Materiais-Hospitalares-e-Correlatos.pdf. Acesso em: 18 abr. 2025.

SANTOS, Lizandra de Oliveira; MARQUES, Nixon Barros. Recebimento de Materiais Hospitalares. 2022. Xênia Sheila Barbosa Aguiar Queiroz. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/huac-ufcg/acesso-a-informacao/boletim-de-servico/pops/2022/pop-uadf-001-recebimento-de-material-medico-hospitalar-mmh-e-medicamentos.docx. Acesso em: 18 abr. 2025.

Gov.br. Certificado de Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem (CBPDA). Gov.br Ministério da Saúde, 16/10/2020. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/administrativo/certificados-de-boas-praticas/cbpda . Acesso em: 17 abr. 2025

Biblioteca Virtual em Saúde Ministério da Saúde. Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos. BVSMS,1990. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd05_05.pdf . Acesso em: 17 abr. 2025

AMORIM, A. Logística hospitalar: o que é, como funciona, desafios e mais. 2024. Disponível em: https://www.totvs.com/blog/gestao-logistica/logistica-hospitalar/. Acesso em: 18 abr. 2025.

Correio Pneumático Hospitalar: o que é e como funciona. 2021. Disponível em: https://engeclinic.com/correio-pneumatico/. Acesso em: 18 abr. 2025.

O que você precisa saber sobre o centro de material e esterilizacao. 2024. Disponível em: https://www.businessmedical.com.br/blog/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-centro-de-material-e-esterilizacao. Acesso em: 18 abr. 2025.

Suria dental. Kit Cirúrgico. s.d. Disponível em: https://www.suryadental.com.br/descartaveis/kit-cirurgico.html. Acesso em : 18 abr. 2025

Endocommerce. Kits Cirúrgicos. s.d. Disponível em: https://www.endocommerce.com.br/c/kits-cirurgicos?idcampanhagoogle=20579241023&iddoproduto=&anuncioshopping=&gad_source=1&gbraid=0AAAAACjhrRqN2DRirsJnyJvSADlWYIjHT&gclid=CjwKCAjw8IfABhBXEiwAxRHlsP-1rHdR3Jx_qw1LpmzJQ0AbusnIpZdHIm9N1TtniP3kDIt_vtjjkRoCRAcQAvD_BwE. Acesso em: 18 abr. 2025

G1. Falta de materiais básicos prejudica procedimentos cirúrgicos no HC-UFU. G1 Minas Gerais, 22 set. 2015. Disponível em: https://g1.globo.com/minas-gerais/triangulomineiro/noticia/2015/09/falta-de-materiais-basicos-prejudica-procedimentos-cirurgicos-nohc-ufu.html. Acesso em: 16 abr. 2025.

LABORO. Os desafios da gestão de materiais no sistema de saúde pública. Blog Laboro, 4 set. 2023. Disponível em: https://laboro.edu.br/blog/os-desafios-da-gestao-de-materiais-nosistema-de-saude-publica/. Acesso em: 16 abr. 2025.

CMEXX. Consequências da falta de modernização da gestão hospitalar. Blog Cmexx, 9 ago. 2023. Disponível em: https://cmexx.com.br/blog/consequências-da-falta-de-modernização-dagestão-hospitalar?. Acesso em: 16 abr. 2025.

PASCHOAL, Maria Lúcia Habib; CASTILHO, Valéria. Implementação do sistema de gestão de materiais informatizado do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reeusp/a/4RbYzbk8NmDLvh7xVhsQTXL/?utm#. Acesso em: 18 abr. 2025.

PASCHOAL, Maria Lúcia Habib; CASTILHO, Valéria. Consumo de materiais em centro cirúrgico após implementação de sistema de gestão informatizado. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/vJ8BFXgxwT8vs5cBRXmvGBj/?utm. Acesso em: 18 abr. 2025.

 

 

 

 

Clayton Mangini e a Logística de Medicamentos





💊 Depoimento sobre Logística de Medicamentos com o Prof. Clayton Mangini

Neste vídeo imperdível, o Prof. Dr. Clayton Gerber Mangini, ex-aluno da Fatec Rubens Lara, compartilha sua trajetória profissional brilhante e mostra como a formação em Logística foi essencial para construir uma carreira sólida, respeitada e profundamente conectada com o setor farmacêutico e de saúde pública.



👨‍⚕️ Farmacêutico de formação, Clayton tem um currículo de peso:

  • Doutor em Gestão de Sistemas de Operação (Unip);
  • Mestre em Gestão e Tecnologia em Sistemas Produtivos (Centro Paula Souza);
  • Especialista em Administração Industrial (USP – Fundação Vanzolini);
  • MBA em Gestão Empresarial com Ênfase em Logística Empresarial (FGV);
  • Tecnólogo em Logística e em Gestão Portuária (Fatec Baixada Santista);
  • Docente, pesquisador e referência nacional em Logística Farmacêutica.

📦 Clayton é membro ativo de diversas instituições estratégicas:

  • Comitê de Logística Farmacêutica da Associação Brasileira de Logística (Abralog);
  • Comissão de Estudo de Transporte de Produtos Perigosos (CB-16 ABNT);
  • Grupo Técnico de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP - Delegacia de Santos.

🎓 Atualmente, é:

  • Coordenador e docente de cursos de especialização no Instituto Racine
  • Docente permanente do Mestrado Profissional em Saúde e Meio Ambiente (Unimes);
  • Professor na Diplomatura em Logística Farmacêutica na SAFIBY (Argentina);
  • Fundador e diretor do Núcleo de Ensino Multidisciplinar, voltado à capacitação em Logística Farmacêutica;
  • Coordenador de Pesquisa do CENEP – Fundação Centro de Excelência Portuária de Santos

📌 Neste depoimento, você vai conhecer:

  • A importância da logística na cadeia de medicamentos
  • Os desafios e responsabilidades do transporte e armazenamento de produtos de saúde;
  • A visão estratégica de quem transita com excelência entre a ciência farmacêutica e a gestão logística;
  • Como a formação técnica na Fatec foi a base para uma carreira nacional e internacional

Prepare-se para uma verdadeira aula sobre logística de medicamentos, segurança sanitária, boas práticas de distribuição e os caminhos possíveis para quem deseja atuar nesse setor tão vital. 🔗


Siga o Prof. Clayton no LinkedIn: [Clayton Mangini](  / clayton-mangini-553a5b2a 

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POSTADO PELA PROFª ME. GISELE ESTEVES PRADO


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