Logística no setor museológico

 A logística desempenha um papel fundamental no setor museológico, garantindo que as coleções sejam gerenciadas, armazenadas, transportadas e exibidas de maneira eficiente e segura. 







Pinacoteca do Estado de São Paulo


Aqui estão algumas áreas onde a logística é crucial:

Transporte de Artefatos e Obras de Arte: O transporte de artefatos e obras de arte exige cuidados especiais devido à sua fragilidade e valor. A logística entra em cena para garantir embalagens adequadas, transporte seguro e monitoramento durante o trajeto.

Armazenamento: Muitos museus têm enormes reservas de coleções que não estão em exibição. A logística garante que esses itens sejam armazenados corretamente, com controle de temperatura, umidade e segurança adequados para preservação a longo prazo.

Montagem de Exposições: Quando uma exposição é montada ou desmontada, é necessário um planejamento logístico detalhado para garantir que cada obra seja manipulada com cuidado, posicionada corretamente e protegida contra danos.

Gerenciamento de Inventário: Os sistemas logísticos também ajudam na catalogação e no gerenciamento do inventário de coleções, rastreando a localização e o estado de cada item.

Segurança: A logística também desempenha um papel na segurança do museu, coordenando a vigilância, o controle de acesso e os procedimentos de emergência para proteger as coleções de roubo, danos ou desastres naturais.







MASP (Museu de Arte de São Paulo)

Logística de Eventos Especiais: Para eventos especiais, como empréstimos de coleções para outras instituições ou exposições itinerantes, a logística é essencial para coordenar o transporte, o seguro e todos os aspectos logísticos envolvidos.







MON (Museu Oscar Niemeyer) em Curitiba

No geral, a logística é uma parte vital do funcionamento eficiente e seguro de um museu, garantindo que as coleções sejam preservadas e exibidas da melhor maneira possível.

Postado pelo Grupo Pavão.

Logística Humanitária



Olá pessoal, o post de hoje será sobre a logística Humanitária, abordaremos a importância desse processo e como ele se fez presente na recente tragédia do Rio Grande do Sul.

O que é Logística Humanitária?


Essa categoria  logística está ligada diretamente a solidariedade,  e ajuda comunitária, com objetivo de aliviar o sofrimento de pessoas em situações vulneráveis. Foi criada em 2002 para fornecer apoio a locais que necessitam de ajuda humanitária diante de casos de guerra, crises políticas, desastres naturais e outros acontecimentos.

Exército leva logística humanitária ás regiões da fronteira.

Muitas vezes consiste em desastres naturais, como por exemplo: furacões, avalanches, erupções vulcânicas, inundações, ou até mesmo tragédias provocadas pelo homem.

Desastres Naturais em Hyogo. 

Durante esses episódios de catástrofes, milhares de pessoas ficam sem abrigos, casa e comida, e é aí que a Logística humanitária entra em ação, com a responsabilidade de mobilizar pessoas, apurar conhecimentos, organizar e transportar os recursos necessários, seja eles alimentos ou itens básicos de higiene e até mesmo prestar resgates para  as comunidades afetadas.

Fonte: Banco de imagens

Durante esses casos de emergência, pessoas , instituições, empresas e o próprio governo se mobilizam desde o início da tragédia para levar ajuda ao local, seja em forma de mão de obra voluntária, suprimentos, doações em dinheiro ou doações de roupas e remédios.


Diferente das operações logísticas convencionais, a logística humanitária lida com uma série de fatores que aumentam o grau de dificuldade das operações, que exigem medidas diferentes das convencionais. 

Como comparamos no quadro a seguir:


Para enxergar com maior clareza o tema e a importância dessa logística , vamos pegar o caso mais recente  de tragédia natural que presenciamos,  a enchente no Rio Grande do Sul, um desastre  que resultou em dezenas de mortes, pessoas ilhadas, sem comida, sem casa, e que perderam todos seus bens, através da abordagem desde caso, vamos destacar os principais desafios durante esse processo.

Alagamento Rio Grande do Sul

Alagamento Rio Grande do Sul

 Observamos nitidamente,que a sua implementação desse metodo é constituída por três fases: preparação, resposta imediata e reconstrução;


Preparação - Planeja as atividades  que antecedem a ocorrência do evento e objetivam melhorar a capacidade de resposta operacional durante uma emergência, visando à prevenção do desastre.
Resposta – refere-se ao evento em progresso, a qual abrange a coordenação dos recursos disponíveis de forma imediata antes, durante ou após a emergência, visando reduzir perdas materiais e humanas.
 Recuperação – caracteriza-se pelo restabelecimento dos sistemas afetados e o retorno às atividades no nível anterior ao desastre, se possível com melhorias. 

PRINCIPAIS DESAFIOS

Não há tempo hábil para a escolha de fornecedores e a lista não é muito extensa. O tempo é o fator crucial e a premência é para o fornecimento de água potável, suprimentos, abrigo e serviços médicos.

Abrigo Rio Grande do Sul

Água potável destinada ao Rio Grande do Sul


 As regiões atingidas e as áreas de risco normalmente estão com a infraestrutura prejudicada, o que vai solicitar maior habilidade para o deslocamento e o acesso do pessoal, além de maiores recursos e  equipamentos.

Grupo voluntário de resgate, Rio Grande do Sul.


EM GERAL, A LOGÍSTICA HUMANITÁRIA PREZA PELA UNIÃO DA POPULAÇÃO EM SE SOLIDARIZAR COM O PRÓXIMO, EM VISTA DISSO ATUALMENTE O BRASIL PASSA POR UMA TRISTE  SITUAÇÃO NO RIO GRANDE DO SUL, ONDE TODA AJUDA SERÁ BEM VINDA, E VOCÊ PODE PARTICIPAR ATIVAMENTE DESTA LOGÍSTICA HUMANITÁRIA.
PROCURE O POSTO DE ARRECADAÇÃO MAIS PRÓXIMO DA SUA CIDADE, E AJUDE ESSA CORRENTE DE SOLIDARIEDADE.



POSTADO POR: GRUPO CORUJA.


 REFERÊNCIAS


AMÉLIA GONZALEZ. Imagem desastre naturais. Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/blog/nova-etica-social/post/desastres-naturais-mataram-700-mil-pessoas-nos-ultimos-dez-anos-e-debate-acontece-em-meio-outra-tragedia.html. Acesso em : 10 de maio 2024

BUSF BRASIL. Logística humanitária. Disponivel em: https://www.busfbrasil.org.br/divisao-de-logistica. Acesso em: 10 de maio de 2024

EDUCA MAIS BRASIL. O que é Logística humanitária. Disponivel em: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/logistica/noticias/o-que-e-logistica-humanitaria. Acesso em: 10 de maio de 2024

INTERMODAL DIGITAL. Logística Humanitária. Disponivel em: https://digital.intermodal.com.br/sustentabilidade/logistica-humanitaria-o-que-e-e-como-funciona. Acesso em : 10 maio de 2024

UNIVERSAL. SOSO Rio Grande do Sul: Ajude Rio Grande do Sul. Disponível em:https://www.universal.org/noticias/post/sos-chuvas-rio-grande-do-sul-leva-ajuda-humanitaria-para-vitimas-de-tragedia-historica. Acesso em: 10 maio 2024





"Descomplicando a Lei da Reciclagem: O que a PNRS (Lei 12.305/2010) tem a dizer sobre a Logística Reversa?"


A Lei 12.305/2010, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), é tipo o super-herói da gestão ambiental no Brasil. Ela veio para botar ordem na bagunça dos resíduos sólidos, incentivando a galera a reduzir, reutilizar, reciclar e dar um destino adequado pra tudo que a gente usa e joga fora.




Um dos truques dessa lei é a logística reversa, que é tipo o caminho de volta dos resíduos para as empresas, para serem reaproveitados ou descartados direitinho. É como se os produtos dissessem "Tô de volta!" e as empresas tivessem que lidar com isso numa boa.

A PNRS também joga uma responsa pra todo mundo que faz parte da vida dos produtos, desde quem fabrica até quem vende. Todo mundo tem que se virar pra garantir que os resíduos voltem pra casa de forma sustentável.

Tem até uma lista de produtos que são obrigados a seguir essa lei, como pilhas, pneus, eletrônicos e até embalagens de agrotóxicos. É tipo um lembrete de que, se você fez, vendeu ou usou, também tem que dar um jeito de dar um final feliz pro seu lixinho.

Resumindo, a PNRS e a logística reversa são tipo o Batman e o Robin da gestão de resíduos, trabalhando juntos pra salvar o planeta. Então, bora todo mundo fazer a sua parte, porque a mãe natureza agradece!





A lei instituiu dezoito instrumentos por meio dos quais a Política Nacional de Resíduos Sólidos é implementada, alguns deles são:


• Metas para a eliminação dos lixões;

• A Responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos;

• Expansão da coleta seletiva;

• Redução na geração dos resíduos;

• Ampliação da logística reversa, ou seja, a coleta e restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento em seu ciclo ou em outros produtivos, outra destinação final ambientalmente adequada;

• Inclusão de catadores de materiais recicláveis na logística reversa e na coleta seletiva.




No ano de 2020, na pandemia a adesão da coleta aumentou consideravelmente em comparação ao ano de 2019, conforme é possível observar no gráfico abaixo:







REFERÊNCIAS:


ANDRADE, Marília. Lei nº 12.305/10 - Política Nacional de Resíduos Sólidos: pontos abordados pela lei nº 12.305/10. Pontos abordados pela Lei nº 12.305/10. 2015. Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/lei-n-12305-10-politica-nacional-de-residuos-solidos/188318626. Acesso em: 09 maio 2024.

Logística reversa: pilhas e baterias

Logística Reversa: Pilhas e Baterias

 Hoje falaremos sobre a logística reversa por trás de pilhas e baterias

 Hoje a reciclagem envolvida em dispositivos eletrônicos não se trata apenas de proteger o meio ambiente, mas também é uma questão de saúde pública.
 

 Este tipo de eletrônicos usados não se tratam apenas de "lixo" dentro deles podem ser encontrados metais pesados e substâncias que quando não tratadas de maneira adequada poluem nosso solo e água, podendo ser prejudiciais a saúde pública e ao meio ambiente. Algumas pilhas são compostas de metais pesados, como o chumbo, mercúrio, níquel e cádmio, que são capazes de causar doenças renais, cânceres e problemas relacionados no sistema nervoso central.
 


 De acordo com a norma NBR 10.004/2004, as pilhas e baterias apresentam características de corrosividade, reatividade e toxicidade, classificando-as como resíduos perigosos (classe 1).




 E hoje que o descarte correto desses itens é cada vez mais importante para uma boa manutenção do meio ambiente e da saúde pública, nunca foi tão fácil achar pontos de coleta como; escolas de tecnologia, lojas de eletrônicos e em alguns ecopontos. Também contamos com empresas como a EcoLeve Soluções Ambientais que no disponibiliza um agendamento grátis de uma coleta em casa pelo site: Home - Eu Quero Reciclar.
 

 E como acontece essa reciclagem?  para começar gostaria de mencionar este vídeo do canal TREE - Tratamento de Resíduos Eletroeletrônicos. Disponivel em:



 Nos recicladores das pilhas, alguns processos químicos e físicos são necessários.   O primeiro deles é a trituração. Em seguida, os resíduos passam por um processo térmico de superaquecimento do material, em um forno industrial, para a separação e recuperação do zinco — o metal pode ser reaproveitado inclusive para a produção de novas pilhas.
 Para outros tipos de pilhas, utiliza-se um processo químico no qual são recuperados os sais e óxidos metálicos, que são também passíveis de serem utilizados como insumos na indústria. 
 A etapa final contempla também o tratamento dos resíduos que sobram no processo, pois eles têm uso na produção de cimento, por exemplo.

Reciclagem de baterias chumbo-ácido
 Baterias chumbo-ácido podem ser quase que totalmente recicladas. No processo, a caixa plástica é separada do chumbo.
 O plástico é triturado, transformando-se em uma massa que pode ser reutilizada para fabricação de novas caixas e tampas.
 Já o chumbo segue para a fundição, e posteriormente será utilizado em novas baterias.
 É possível reciclar 99% do chumbo, gerando economia de recursos e levando mais segurança ao meio ambiente.
 Seja a mudança, faça sua parte!
                                                 
                                Por grupo Raposa
 
Referências:

Referência: SP. Green Eletron. Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) (ed.). Tudo o que você precisa saber sobre a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas. 2020. Disponível em: https://greeneletron.org.br/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-logistica-reversa-de-eletroeletronicos-e-pilhas/. Acesso em: 10 maio 2024.

Referência: SEC POWER (Sp). Descarte de baterias: entendendo a logística reversa e Resolução nº 401/08: com o crescimento do uso de tecnologia nas empresas e indústrias, um problema que já existia tem se tornado ainda pior: a questão do descarte de lixo eletrônico, pilhas e baterias no meio ambiente.. Com o crescimento do uso de tecnologia nas empresas e indústrias, um problema que já existia tem se tornado ainda pior: a questão do descarte de lixo eletrônico, pilhas e baterias no meio ambiente.. 2023. Disponível em: https://secpower.com.br/descarte-de-baterias-logistica-reversa-e-sustentabilidade/. Acesso em: 10 maio 2024.

Referência: SINERGIA ENGENHARIA DE MEIO AMBIENTE (Pa). Logística reversa de pilhas e baterias, um descarte responsável! 2018. Disponível em: https://sinergiaengenharia.com.br/noticias/logistica-reversa-pilhas-e-baterias/#:~:text=Devido%20a%20estes%20problemas%20causados%20pelas%20pilhas%20e,responsabilidade%20%C3%A9%20compartilhada%20pela%20ind%C3%BAstria%2C%20distribuidor%2C%20varejo%2C%20consumidor. Acesso em: 10 maio 2024.

Imagens:
revistasaudenews.com.br
etica-ambiental.com.br
ambflex.com

Logística Reversa: Pneus

Olá leitores, hoje vamos falar sobre a logística reversa dos pneus. 

primeiro tópico que vamos falar é sobre...


Coleta e separação

A coleta dos pneus já usados é uma etapa de extrema importância na logística reversa, eles podem ser encontrados em diversos lugares como por exemplo, oficinas mecânicas, revendedoras de automóveis ou com qualquer pessoa que tenha um veiculo e tenha trocados os pneus por conta própria, após esse pneus serem coletados existe uma separação para determinar os pneus que ainda podem ser utilizados e os pneus não recuperáveis, essa separação considera vários fatores para determinar quais ainda podem ser utilizado e qual não, como o estado de conservação que ele se encontra, qual é o tipo do pneu e os padrões de desgaste, essa etapa é crucial para garantir que apenas pneus utilizáveis para as próximas etapas da logística reversa.




Reutilização

Os pneus que se encontram em uma boa condição podem ser utilizados após passar pelo processo de separação ou se necessário de uma reforma, essa reutilização pode acontecer de diversas formas, como por exemplo, pneus usados em bom estado podem ser revendidos para veículos de segunda mão, ou podem ser utilizados para construções civis, como barreiras de contenção ou como material de enchimento para aterros sanitários, entre outras coisas, mas a reutilização desse equipamento é crucial para aumentar a sua vida útil e para reduzir os matérias enviados para descarte, que causam uma poluição drástica para o meio ambiente.





Reciclagem

Para os pneus que não são considerados reutilizáveis uma ótima alternativa é a reciclagem, esse processo de reciclagem envolve varias etapas como a trituração, moagem ou a pirolise para separar e recuperar os valiosos matérias do pneu, esses materiais são a borracha, o aço, e também fibras têxteis. A borracha quando triturada por exemplo pode ser usada na fabricação de asfalto modificado, pavimentos de borracha ou produtos de borracha reciclada como tapetes ou solas de sapato. Já o aço recuperado dos pneus pode ser fundido e reciclado para uso em diversas industrias, enquanto as fibras têxteis podem ser usadas para a fabricação de produtos como acolchoados e estofados.





Benefícios ambientais e econômicos

A logística reversa feita em pneus pode oferecer uma serie de benefícios para o meio ambiente pois as praticas tanto da reutilização de pneus quanto da reciclagem ajudam a reduzir drasticamente a quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários e também minimiza a contaminação tanto do solo quanto da água, e também a reciclagem dos pneus contribui para a preservação de recursos naturais ao evitar a extração de matéria prima virgem. Já em termos econômicos a reutilização e a reciclagem dos pneus criam grandes oportunidades de emprego e promovem o crescimento de industrias de reciclagem.





Desafios

Apesar dos vários benefícios, a logística reversa de pneus enfrenta uma grande quantidade de desafios por conta que a coleta dos pneus ser muito eficiente para que o processo seja funcional, além do mais que é necessário um desenvolvimento continuo de tecnologias avançadas para maximizar a recuperação feita no material do pneu. A criação de mercados sustentáveis também precisaria ser mais presente no nosso dia a dia para garantir um bom retorno econômico para os materiais recicláveis e por fim mas não menos importante a cooperação publica e de grandes empresas são de extrema importância para implementar a logística reversa em pneus em escala global.



Empresas presentes na reciclagem de pneus



Vipal borrachas






A Vipal é uma empresa Brasileira que foi fundada em 1973 é uma das principais no setor de reforma de pneus, mas além de estarem no ramo de reforma de pneus ela também investe em altas tecnologias de reciclagem dos pneus buscando soluções sustentáveis para o uso desses resíduos que são principalmente utilizados para fazer pavimentos de borracha, solas de sapato e mantas de impermeabilização.



Liberty Tire Recycling




É uma empresa encontrada nos estados unidos que foi fundada nos anos 2000 e atualmente é uma das maiores recicladoras de pneus do país ela oferece tanto serviços de coleta quanto serviços de processamento e reciclagem em diversas regiões nos estados unidos, a empresa transforma os pneus numa variedade de produtos como por exemplo, pó de borracha e combustível derivado de pneus, que são utilizados em diversas aplicações industriais e comerciais.



Reciclanip




A reciclanip é uma empresa com sede no Brasil que atua especificamente no setor de reciclagem inservíveis desde 1999. Ela opera em parceria com diversas empresas fabricantes e importadoras de pneus as mais famosas são: Bridgestone, Michelin e a Pirelli, para garantir o destino correto para os pneus usados, contribuindo com a redução do impacto ambiental causado pelo resíduos desse produto, ela possui uma ampla rede de coleta em todo Brasil e conta com tecnologia de alto nível para transformar os pneus em produtos de alta qualidade.






Postado pelo Grupo Canguru 



Referências

DE, D. et al. LOGÍSTICA REVERSA DE PNEUS: Uma estratégia que evita o descarte irregular no meio ambiente. [s.l: s.n.]. Disponível em:<https://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20200910104713.pdf>. Acesso em: 10 out. 2022.

DE, D. et al. LOGÍSTICA REVERSA DE PNEUS: Uma estratégia que evita o descarte irregular no meio ambiente. [s.l: s.n.]. Disponível em:<https://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20200910104713.pdf>. Acesso em: 10 out. 2022.

SINIR+ | Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos. Disponível em <https://sinir.gov.br/perfis/logistica-reversa/logistica-reversa/pneus-inserviveis/>. 

ADMIN. Logística reversa evita descarte irregular de pneus inservíveis, entenda. Disponível em:<https://inovarambiental.com.br/2022/01/10/logistica-reversa-pneus-inserviveis/>. Acesso em: 30 abr. 2024.

Liberty Tire Recycling - Tire Recycling Services. Disponível em <https://libertytire.com/>.

DIGITAL, B. Vipal Borrachas | A Estrada Ensina a Vencer. Disponível em <https://vipal.com/>. Acesso em: 30 abr. 2024.

Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes


 


As lâmpadas fluorescentes possuem em sua composição resíduos nocivos, como o mercúrio, um metal pesado que prejudica o sistema nervoso do organismo humano quando ingerido ou inalado.

Em 27 de novembro de 2014 foi assinado o Acordo Setorial para a implantação do sistema de logística reversa de lâmpadas. Estabelece que as lâmpadas inservíveis contendo mercúrio devem ser entregues pelo consumidor, conforme legislação vigente, aos estabelecimentos que comercializam estes produtos, caso eles não tenham um Ponto de Entrega devem indicar locais alternativos.

A Reciclus é responsável por operacionalizar a logística reversa das lâmpadas fluorescentes. A entidade sem fins lucrativos disponibiliza Pontos de Entrega em estabelecimentos comerciais de todo o Brasil.

Como Funciona?

A logística reversa de lâmpadas fluorescentes envolve várias etapas para garantir que as lâmpadas sejam descartadas de maneira segura e ambientalmente correta.

 

Fonte:Trashin

  • Coleta: as lâmpadas devem ser entregues, nas embalagens de origem ou em caixas, garantindo a sua integridade. Para evitar o vazamento de substâncias tóxicas, até que sejam processadas.
  • Transporte: recebidas nos Pontos de Entrega, serão encaminhadas a uma Central de Armazenamento ou a uma Unidade de Processamento, com licença ambiental, em conformidade com Diretriz Técnica do Órgão Ambiental Estadual competente.
  • Processamento: Na instalação de processamento, as lâmpadas são trituradas em um sistema fechado para capturar o vapor de mercúrio. Os materiais resultantes, incluindo vidro, metais e pó de fósforo (que contém o mercúrio), são então separados.
  • Reciclagem: Os materiais separados são então reciclados. O vidro e os metais podem ser reutilizados em novos produtos. O mercúrio pode ser reutilizado em novas lâmpadas ou em outros produtos.
  • Disposição Segura: Qualquer resíduo que não possa ser reciclado é então descartado de maneira segura.


Fonte:Cetes Ambiental

O que pode ocasionar o descarte incorreto de Lâmpadas Fluorescentes?

Esses dispositivos, essenciais para a iluminação moderna, muitas vezes, contêm substâncias potencialmente perigosas, como mercúrio e outros metais pesados, o que pode gerar impactos ambientais e para a saúde humana.

O mercúrio, por sua vez, presente nas lâmpadas fluorescentes, é uma substância altamente tóxica que pode se acumular nos seres vivos, provocando danos irreversíveis ao sistema nervoso e causando efeitos adversos à saúde humana.

Além disso, o mercúrio exposto pode resultar em danos aos animais aquáticos, afetando toda a cadeia alimentar.

  • Contaminação ambiental

Quando as lâmpadas são descartadas no lixo comum, há o risco de quebra, liberando substâncias tóxicas no ar, solo e na água.

  • Riscos a saúde humana

O mercúrio, presente em lâmpadas fluorescentes, é prejudicial à saúde humana. A exposição prolongada pode causar danos neurológicos, renais e respiratórios. Seu descarte irregular pode afetar diretamente pessoas que trabalham na coleta desses resíduos.

  • Perda de recursos

As lâmpadas possuem componentes como o vidro e metal, que em alguns estados do Brasil podem ser reaproveitados na fabricação de outros produtos, evitando a extração de novos recursos naturais e promovendo a economia circular.

  • Poluição do Ar

Durante o processo de queima em aterros sanitários, as lâmpadas podem liberar poluentes atmosféricos, contribuindo para a poluição do ar e a emissão de gases de efeito estufa. Campanhas educativas são fundamentais para conscientizar a população sobre a importância de práticas responsáveis no manuseio desses resíduos.


O que diz a regulamentação sobre o descarte de Lâmpadas Fluorescentes:

Existem muitas dúvidas em relação ao descarte de lâmpadas não é mesmo?

No entanto a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010).

A Lei instituiu, entre outras diretrizes, a logística reversa, que de acordo com a própria PNRS tem a seguinte definição:

“Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.”

Nesse sentido, um dos princípios centrais da logística reversa é o da responsabilidade compartilhada. O que isso significa? Significa que a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos deve ser dividida por todos os envolvidos:

  • Fabricantes;
  • Importadores;
  • Distribuidores;
  • Comerciantes;
  • Consumidores;
  • Titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.

Com a responsabilidade compartilhada, é possível reintroduzir os resíduos/materiais do pós-consumo em novos ciclos produtivos. Dessa forma o meio ambiente é preservado, uma vez que há uma redução da extração de matérias-primas.


Fonte: Lojas Tenda


https://youtu.be/OS-9zmh9hoU?si=hvzzsUSEtfDp96Vu


Postado pelo Grupo Lontra


REFERÊNCIAS

BRASIL. SINIR+. Lâmpadas Fluorescentes, de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista. 2021. Disponível em: https://sinir.gov.br/perfis/logistica-reversa/logistica-reversa/lampadas-fluorescentes-de-vapor-de-sodio-e-mercurio-e-de-luz-mista/. Acesso em: 03 maio 2024.

RECICLUS (São Paulo). Logística Reversa de lâmpadas: o que é e como fazer?. 2022. Disponível em: https://reciclus.org.br/blog/logistica-reversa-de-lampadas-o-que-e-e-como-fazer/. Acesso em: 03 maio 2024.

LOGÍSTICA Reversa de lâmpadas: o que é e como fazer?2022. Reciclus. Disponível em: https://reciclus.org.br/blog/logistica-reversa-de-lampadas-o-que-e-e-como-fazer/. Acesso em: 07 maio 2022.

Logística Reversa - Eletro-eletrônicos

O post de hoje irá responder: como funciona a logística reversa de eletro-eletrônicos?



Para começo o que seria Logística Reversa?


Logística Reversa Pós Consumo nada mais é do que possibilitar que o consumidor possa descartar um produto após o fim de sua vida útil, para que ele possa retornar ao processo produtivo, ser reciclado ou ter a destinação ambientalmente correta. É necessário realizar a Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos, Embalagens, Remédios, Lâmpadas , Pilhas e Baterias.


   


Produtos eletroeletrônicos e seus componentes de uso doméstico são todos aqueles cujo funcionamento depende do uso de correntes elétricas com tensão nominal não superior a 240 volts.

Ao final de sua vida útil, tornam-se resíduos que devem ser gerenciados de forma ambientalmente adequada. 

Sendo assim, a legislação estabeleceu mecanismos para que o consumidor possa efetuar a devolução destes produtos para que o setor empresarial se encarregue de seu gerenciamento desde o descarte, até a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos em aterros.

O gerenciamento inadequado de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos pode causar a contaminação do solo e da água com metais pesados, a depender da composição destes equipamentos.

 Além disso, se manipulados de forma inadequada, podem causar incêndios, intoxicações ou outros danos à saúde da população e ao meio ambiente.




O sistema funciona de acordo com as seguintes etapas:

1. Descarte pelo consumidor dos produtos eletroeletrônicos, em pontos de recebimento;

2. Recebimento e armazenamento adequado;

3. Transporte dos produtos eletroeletrônicos dos pontos de recebimento até pontos de consolidação ou destinação final ambientalmente adequada (reutilização, reciclagem, recuperação ou disposição final ambientalmente adequada);

4. Tratamento dos resíduos;

5. Disposição final dos rejeitos em aterros.


Segundo a legislação brasileira, por meio da resolução nº 257 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), determina que os fabricantes devem inserir, na rotulagem dos produtos, informações sobre o perigo do descarte incorreto das pilhas e baterias automotivas e de celular no lixo comum.

Mas afinal, como deve ser o descarte? Confira abaixo o modo correto de se livrar pilhas, baterias e até remédios velhos:


Pilhas e baterias

O descarte adequado das pilhas são de responsabilidade dos fabricantes ou das empresas distribuidoras. O mesmo vale para as baterias que devem ser entregues às lojas que comercializam ou às assistências técnicas autorizadas para que eles entreguem aos fabricantes.



Remédios

Primeiro, nada de descartar medicamentos ou seringas no lixo comum. Isso porque os sistemas de tratamento de esgoto não conseguem eliminar algumas substâncias dos medicamentos, que acabam contaminando o meio ambiente, podendo, assim causar danos aos seres vivos que nele habitam. 


Para facilitar o descarte consciente, em 2009 a Anvisa autorizou a participação de farmácias e drogarias em programas voluntários de descarte correto de medicamentos, assim como suas embalagens e de objetos perfurocortantes usados para ministrá-los. Verifique se as farmácias da sua região participam de alguma iniciativa e, caso positivo, peça orientação de como você deve proceder. Além disso, em algumas cidades, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) recebem medicamentos para descarte.



Somente por meio da logística reversa, realizada pela cadeia de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, além de políticas públicas ambientais mais eficientes e com a educação ambiental da população, será possível reverter os índices altíssimos de descarte incorreto de resíduos eletrônicos em todo o mundo.



Postado pelo Grupo LHAMA 


Referências 

Sinir+. Eletroeletrônicos e seus componentes de uso doméstico: logística reversa. Logística Reversa. Disponível em: https://sinir.gov.br/perfis/logistica-reversa/logistica-reversa/eletroeletronicos/. Acesso em: 01 maio 2024

JUNHO verde: Saiba como descartar pilhas, baterias e remédios corretamente. Saiba como descartar pilhas, baterias e remédios corretamente. 2021. Disponível em: https://junhoverde.eco.br. Acesso em: 02 maio 2024.


Logística Reversa: Medicamentos

A logística reversa de medicamentos: por que é tão importante?

Você já parou para pensar no que fazer com os medicamentos vencidos ou que sobraram na sua casa? 

Descartá-los no lixo comum ou na pia pode parecer a solução mais fácil, mas isso pode trazer sérios problemas para o meio ambiente e até para a saúde pública.

É aí que entra a logística reversa de medicamentos! Essa prática consiste na coleta e no descarte adequado desses remédios, garantindo que não causem danos ao meio ambiente nem representem riscos para as pessoas.

Mas para onde vão esses medicamentos? E como isso ajuda na segurança?

Bom, os remédios descartados passam por diferentes destinos, dependendo das leis e dos programas de coleta de cada região. 

Muitas vezes, são levados para instalações especializadas de incineração, onde são queimados de forma controlada para garantir a destruição completa das substâncias químicas perigosas.

Isso não só evita a contaminação do solo e da água, como também previne a poluição do ar. E sabe o que mais? Contribui para evitar que esses medicamentos sejam utilizados de forma inadequada, o que poderia resultar em intoxicações acidentais.








E como você pode ajudar nessa missão?

É simples! Separe os medicamentos vencidos ou não utilizados, e procure pontos de coleta ou postos de saúde que aceitem esses produtos. Evite jogá-los no lixo comum ou na pia, seguindo as orientações das autoridades de saúde locais.

Postado por Grupo Pavão.

DESTAQUE

Até Breve!

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